Hoje, 16 de dezembro de 2008 o primeiro título brasileiro do Corinthians comemora 18 anos.

Ainda lembro daquele domingo, em uma época que nem morava em São Paulo.

O São Paulo tinha a vantagem nas finais, já que fez campanha melhor. Mas já no primeiro jogo, durante a semana, o joelho de Wilson Mano ditou o resultado. Wilson Mano, o coringa, jogou em quase todas as posições.  Não era craque, mas tinha respeito ao manto sagrado.

No segundo jogo, Morumbi lotado. Lotado graças à massa corinthiana. O pessoal da Vila Sônia gosta muito de dizer que “tem estádio”. Mas os maiores públicos são todos do Timão.

Neto, o craque do Corinthians, não apareceu muito nas finais. Coisa de craque mesmo. Deixou para os companheiros a honra de definir o jogo.

No segundo, um bate-rebate com Fabinho e Tupãzinho e esse último completou de carrinho. Bateu Zetti, Antonio Carlos etc Era dia de Trovão.

No final, a explosão da Fiel.

Um time que tinha Ronaldo, goleiro. Explosivo. Gostava de fazer pontes. E amava a camisa que vestia.

O Corinthians só chegou graças à uma combina ção de resultados. Mas, quando chegou, enfrentou, não se escondeu atrás das próprias limitações.

É assim que deve ser o Corinthians de hoje. Aguerrido.